APBN

Uma visão do mundo

Sábado, Março 22, 2008

Diziam
Aloizio Mercadante

DIZIAM QUE SUA candidatura era a culpada pela crise que havia tomado conta do país. Diziam também que, caso fosse eleito, ele arruinaria a combalida economia nacional e implantaria uma política externa "terceiro-mundista", que isolaria o Brasil no cenário internacional. Afirmavam que ele faria o país regredir décadas. Não faltaram figuras conhecidas que emprestaram rostos compungidos ao medo do desastre anunciado.
Para surpresa dos amedrontados e, talvez, decepção dos derrotados, o governo Lula não fez nada disso. Pelo contrário: avaliações objetivas demonstram que o governo Lula é o mais bem-sucedido governo brasileiro da história recente. Afinal, é o único que vem conseguindo combinar plena vigência das instituições democráticas, crescimento econômico sustentado com estabilidade macroeconômica e distribuição de renda.
A inflação, que estava saindo de controle antes da posse de Lula, foi definitivamente domada e, nos últimos dois anos, ficou abaixo da meta estipulada pelo Banco Central (4,5%). Tal estabilidade monetária tem amplo impacto positivo na renda dos trabalhadores e se traduz em melhoria da qualidade de vida. Trata-se de grande conquista da sociedade brasileira, que o atual governo teve o mérito de consolidar.
É verdade que essa estabilidade foi construída a partir do Plano Real, mas foi no governo Lula que ela efetivamente se consolidou, graças à drástica redução da vulnerabilidade externa da economia. Mediante um processo muito bem conduzido por nossa diplomacia, saímos de déficits vultosos para superávits avantajados, que geraram, junto à enxurrada de novos investimentos estrangeiros, as reservas que nos permitem, pela primeira vez na história, pagar a dívida externa. O enterro desse velho fantasma não foi mera conseqüência de conjuntura internacional favorável, mas também resultado de estratégia inteligente que colocou ênfase na conquista de novos mercados.
Por isso, o crescimento das exportações brasileiras no período 2003/ 2006 (128%) foi bem maior do que o crescimento das exportações mundiais (86%). Assim, o governo soube aproveitar, com competência, a conjuntura favorável.
E, no plano diplomático, basta ler os principais jornais internacionais para constatar que o Brasil tem hoje protagonismo mundial muito superior ao que tinha há alguns anos. Temos, evidentemente, o desafio de lidar com a excessiva valorização do real, embora tenhamos consistência nas contas externas.
Além de ter consolidado a estabilidade monetária e superado a vulnerabilidade externa, o governo Lula também vem obtendo êxito no controle da dívida interna. Com efeito, a relação dívida interna/PIB caiu de 59,2%, em 2002, para 42,8%, em 2007.
O resultado dessas ações é o crescimento econômico sustentado dos últimos quatro anos, baseado no novo dinamismo do mercado interno, que em 2007 alcançou a marca de 5,4%.
Trata-se de crescimento de natureza diferente à do "vôo da galinha", que tantas vezes iludiu as nossas esperanças. Para um país que não crescia há duas décadas, é excelente resultado, especialmente na atual conjuntura internacional. Precisamos, entretanto, superar os gargalos da infra-estrutura, que colocam entraves ao novo ciclo de desenvolvimento.
Contudo, o diferencial do governo Lula não se refere às dívidas externa e interna, mas sim ao pagamento de débito historicamente negligenciado: a dívida social. O programa Bolsa Família, internacionalmente elogiado e copiado, já beneficiou 11 milhões de famílias, permitindo-lhes manter seus filhos na escola e comprar bens de consumo antes inalcançáveis, até mesmo eletrodomésticos. A política de recuperação do salário mínimo faz que ele já atinja o valor de R$ 415.
A combinação dos programas sociais com o crescimento sustentado fez explodir a geração de empregos formais, que alcançou a impressionante marca de 8,2 milhões ao longo do governo, e a renda dos 50% mais pobres da população, que experimentou ritmo de crescimento chinês: 32%. Já deixaram a miséria para trás 17 milhões de brasileiros.
Estamos em um raro período histórico que combina o crescimento do bolo com sua distribuição. E o social emerge, de forma inédita, como eixo estruturante do crescimento econômico. Por fim, a ONU já nos incluiu na lista dos países de nível alto de desenvolvimento humano, ainda que tenhamos grandes desafios à frente.
Dessa forma, os que diziam têm pouco a dizer. Perderam o discurso e, em alguns casos, até a compostura.
No Congresso, parte da oposição dedica-se à obstrução sistemática, com a expectativa de recompensas eleitorais que dificilmente virão por esse caminho. Poderíamos votar projetos como a reforma tributária, substanciais para consolidar esse novo ciclo de crescimento com distribuição de renda. Algumas vozes, contudo, preferem gritar o vácuo da intolerância e do preconceito contra o torneiro-mecânico que fez o que não conseguiram fazer. Enquanto isso, o governo Lula realiza, e o país melhora. Muito.
Aloizio Mercadante, 53, economista e professor licenciado da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) e da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), é senador da República pelo PT-SP.
Segunda-feira, 17 de março de 2008

Domingo, Maio 20, 2007

Voleibol sub 18 de Amparo - Entre os quatro melhores do estado

Hoje no Ginásio Bolão na cidade de Jundiaí, a equipe sub-18 da APAAVOL (Amparo) enfrenta o time da cidade de Araras. Este jogo é um marco pro voleibol de Amparo, já que a partida é válida pela semi-final dos Joguinhos Abertos da Juventude, competição que reune todas as cidades do estado com equipes nas modalidades. Funciona como um campeonato estadual intermunicipal.

Como das quatro semifinalistas Amparo é a única com time não contratado, pode se dizer que esta é a melhor equipe local do estado, o que é um orgulho, mesmo estando com 4 atletas de Santo Antônio de Posse, a equipe é toda composta por atletas que não ganham nada para estarem jogando, ao contrário, a maioria paga uma mensaliade.

Este é um feito muito importante num município pequeno, onde se valoriza muito o futebol e outras modalidades são deixadas de lado, graças ao populismo de quem mexe com esporte, e principalmente dos que se dizem "jornalistas esportivos".

A vbitória hoje seria algo de estrema importancia porém não se deve colocar muita responsabilidade sobre os ombros dos garotos

Sábado, Novembro 18, 2006



Consciência Negra
Uma vitória de todos que deve ser preservada

Segunda feira é feriado de novo. Dia da Consciência Negra, uma boa data, é importante termos uma data lembrando toda a luta, a garra dos negros do nosso país. Na história da nossa terra, se não fosse eles plantarem o nascimento dos nossos lucros, não seríamos nem isso o que somos hoje.

Mas é importante que esta data não seja um marco de exclusão racial na nossa sociedade. Se não tomarmos cuidado, muito logo teremos um racho na nossa população, uma divisão entre negros e brancos, como acontece nos EUA, lá nas cidades, há bairros brancos e bairros negros, estes últimos geralmente são os mais periféricos e pobres, por isso os "afro descendentes" daquele país são tão revoltados. Facilmente se vê filmes que mostram a vida negra onde estes chamam quem é de cor diferente de brancos.

O certo é que somos todos iguais. Devemos nos respeitar e nos defender como brasileiros que somos todos nós

Outra coisa extremamente equivocada, é essa história de cotas pra negros nas universidades. se todos são iguais ninguém deve ter tanto homens quanto mulheres, tanto brancos quanto negros. Se há negros que têm dificuldade, também há brancos. Assim as cotas precisam ser pra pessoas de baixa renda, que tenham vindo de escolas públicas, de ambos os sexos, credos ou raças.

A igualdade deve ser perseguida e conquistada em todos os aspectos, brancos são bons e ruins, negros também. Como dizem os religiosos, somos todos irmãos. E essa igualdade tem que ser plena e infinita.

Quarta-feira, Novembro 15, 2006

Cheguei
Agora eu tenho um blog
Aqui procurarei estar postano minhas visões, opiniões e vivências, pra ninguem fla que eu naum to dexanu meu recado
Eu tenho 19 anos sou da cidade de Amparo-SP e estudo publicidade e propaganda com ênfase em marketing na Puc-Campinas de manhã, estou no segundo ano indo pro terceiro.
Tenho visões e opiniões sobr política, economia e outros assuntos teóricamente chatos bem definidos, e os defenderei neste espaço.
Este sou eu, jovem, irreverente, sério, conciente e competente, para a partir de hoje escrever um blog para os internautas que quiserem me ler